Arquivo da categoria ‘Humor’

Volta ao blog e uma mais uma piada nerd

15/Julho/2008

Reparei novamente que os periodos que não frequento o blog é o periodo que tem mais visitas, algo me diz que a grande maioria das pessoas da net não gosta muito de mim :( .

Mas ja que voltei, aqui vai uma piada que minha amiga (não nerd) pediu pra mim explicar para ela. Como é horrivel ter q explicar uma piada :/.

Via: lolhehehe.com

Comercial Cheers Beer

14/Fevereiro/2008

Hoje lembrei que ainda tinha um blog :) , depois de receber um comentário num post antigo. Depois de, devidamente, responde-lo recibi um link pelo msn de um amigo, um video no You Tube. Muito bom o video, é um comercial de cerveja, mostra como as coisas simples da vida podem ser maravilhosas…. vale a pena assistir.

Comercial Carlsberg Sport

17/Janeiro/2008

Nada como um comercial bem bolado.

Via: Irmandade Véio Rosa

Contos de natal

25/Dezembro/2007

Tinha comentando com uns amigos que ia ver alguns video divertidos com o tema de natal para postar ontem, mas acabei que me ocupando (fim de ano sempre tem o que fazer em algum lugar). Mas aproveitando que ainda é natal, vou postar dois videos da campanha de natal da American Eagle Outfitters, são dois curtas de animação em massinha.

O primeiro é chama-se Gift, e o segundo Home for the Hollidays.

Um feliz natal a todos e boas festas.

Via: The 9thWonders!.net

Voltando

16/Dezembro/2007

Após quase 3 meses sem atualições, o blog estava largado a própria sorte (e não pude deixar de reparar que a sorte dele é bem melhor que a minha, já que nesse período sem atualizações, houve alguns dias que tiveram mais visitas do que durante a época que ele era atualizado diariamente). Mas bem, aproveitando que estou voltando a ativa agora (após terminar a facul, e conseguir ter os meus finais de semana de volta para mim – sai também do projeto escola da família), pretento tenho como objetivo manter um bom nível de atualizações e material legal aqui para todos. Para isso conto com a ajuda de vocês que costumam vim aqui, para que interajam através dos comentários e assim indiquem como estão indo as coisas, se estão gostando, essas coisas que deixam o cara que escreve ou postou alguma coisa muito feliz :) .

Praia

Nada como verão , praia e sol.

Mas estava pensando “o que poderia ser interessante para colocar agora no blog”, então lendo e vendo alguns outros blogs (na verdade só vendo por cima, porque não deixei apenas de postar material aqui, também deixei de ler os feeds que eu assino. Já esta com mais de 2000 novos post novos, o que me obrigou a ver apenas aquilos que realmente parecia interessante), então tive a ideia de fazer aqui também uma retrospectiva do que passou por aqui esse ano e para aqueles que chegaram até aqui, sem mais demora, os links:

Disputa

25/Setembro/2007

Essa sim é uma comercial muito bom, muito bem bolado. Acho que nunca vi um comercial de um barbeador tão legal como esse:

Via: Sedentário e Hiperativo

Will it blend? com Chuck Norris

21/Setembro/2007

Lembro ontem quando tive uma ideia genial depois de ver esse video, um pouco antes de sair de casa, vou colocar amanha sem falta no meu blog.

Só não pensava que todos os blog tinham colocado também (eu digo todos, porque esse video estava na maioria dos blogs que eu costumo ler…rsrs) .

Via: Will it blend?

Mensagem Instantânea

8/Setembro/2007

Quem nunca passou por uma situação dessas?

Via: Irmandade Véio Rosa

Seção de piadas III – Final

1/Setembro/2007

Está aí a ultima dessa seção.

30ºC ou mais

- Baianos vão a praia, dançam, cantam e comem acarajé.
- Cariocas vão a praia e jogam futevolei.
- Mineiros comem um “queijin” na sombra.
- Todos os paulistas vão para Praia Grande e enfrentam 2 horas de fila nas padarias e supermercados da região.
- Gaúchos esgotam os estoques de protetor solar e isotônicos da cidade.

25ºC

- Baianos não deixam os filhos sairem ao vento após as 17 horas.
- Cariocas vão à praia mas não entram na água.
- Mineiros comem um feijão tropeiro.
- Paulistas fazem churrasco nas suas casas do litoral, poucos ainda entram na água.
- Gaúchos reclamam do calor e não fazem esforço devido esgotamento físico.

20ºC

- Baianos mudam os chuveiros para a posição “Inverno” e ligam o ar quente das casas e veículos.
- Cariocas vestem um moletom.
- Mineiros bebem pinga perto do fogão a lenha.
- Paulistas decidem deixar o litoral, começa o trânsito de volta para casa.
- Gaúchos tomam sol no parque.

15ºC

- Baianos tremem incontrolavelmente de frio.
- Cariocas se reúnem para comer fondue de queijo.
- Mineiros continuam bebendo pinga perto do fogão a lenha.
- Paulistas ainda estão presos nos congestionamentos na volta do litoral.
- Gaúchos dirigem com os vidros abaixados.

10ºC

- Decretado estado de calamidade na Bahia.
- Cariocas usam sobretudo, cuecas de lã, luvas e toucas.
- Mineiros continuam bebendo pinga e colocam mais lenha no fogão.
- Paulistas vão a pizzarias e shopping centers com a família.
- Gaúchos botam uma camisa de manga comprida.

5ºC

- Bahia entra no armagedon.
- César Maia lança a candidatura do Rio para as olimpíadas de inverno.
- Mineiros continuam bebendo pinga e quentão ao lado do fogão a lenha.
- Paulistas lotam hospitais e clínicas devido doenças causadas pela inversão térmica.
- Gaúchos fecham as janelas de casa.

0ºC

- Não existe mais vida na Bahia. Nem animal, nem vegetal, nem mineral.
- No Rio, César Maia veste 7 casacos e lança o “Ixxnoubórdi in Rio”.
- Mineiros entram em coma alcoólico ao lado do fogão a lenha.
- Paulistas não saem de casa e dão altos índices de audiência a Gilberto Barros, Gugu Liberato, Luciana Gimenes e Silvio Santos.
- Gaúchos aproveitam o friozinho gostoso para dar a bunda.

Via: Sedentário e Hiperativo

Nota: Apenas ctrl+c e ctrl+v na piada, não tenho nada contra gáuchos.

Seção de piadas II

31/Agosto/2007

Tortura moderna…

“Tenta sim. Vai ficar lindo.”

Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve.

Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.

  • Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
  • Vai depilar o quê?
  • Virilha.
  • Normal ou cavada?

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.

  • Cavada mesmo.
  • Amanhã, às… deixa eu ver…13h?
  • Ok. Marcado.

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

  • Querida, pode deitar.

Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

  • Quer bem cavada?
  • …é… é, isso.

Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.

  • Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
  • Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

  • Pode abrir as pernas.
  • Assim?
  • Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
  • Arreganhada, né?

Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar. Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.

Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.

  • Tudo ótimo. E você?

Ela riu de novo como quem pensa “que garota estranha”. Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes. O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.

  • Quer que tire dos lábios?
  • Não, eu quero só virilha, bigode não.
  • Não, querida, os lábios dela aqui ó.

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.

  • Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.

Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.

  • Olha, tá ficando linda essa depilação.
  • Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.

Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. “Me leva daqui, Deus, me teletransporta”. Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.

  • Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
  • Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.

Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.

  • Vamos ficar de lado agora?
  • Hein?
  • Deitar de lado pra fazer a parte cavada.

Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.

  • Segura sua bunda aqui?
  • Hein?
  • Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.

Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:

  • Tudo bem, Pê?
  • Sim… sonhei de novo com o cu de uma cliente.

Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu tuin peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.

  • Vira agora do outro lado.

Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.

  • Penélope, empresta um chumaço de algodão?

Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem?

Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.

  • Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
  • Máquina de quê?!
  • Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
  • Dói?
  • Dói nada.
  • Tá, passa essa merda…
  • Baixa a calcinha, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

  • Prontinha. Posso passar um talco?
  • Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
  • Tá linda! Pode namorar muito agora.

Namorar…namorar… eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.

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